Ca marvada pinga é que eu me atrapaio...
Não, não vou falar de birita hoje.
O que rola é que estou com a música da Inezita Barroso na cabeça desde as 8:00 da manhã e não há cristo que faça ela sair de dentro de mim. Fui e voltei de São Paulo hoje cantando essa música, o caminho inteiriiinho (lembrem se que o carro não tem mais som por causa do Senhor Ladrão, né?). Detalhe: só cantava a primeira e a última estrofe (na verdade tenho dúvidas se eu conhecia a letra inteira antes de dar um google nela).
Tentei de tudo, cantar outras músicas, prestar atenção nos carros da estrada, até cantar a música do Cremogema (uma amiga minha tinha uma teoria que se você cantasse a música do cremogema, a outra música que estava na sua cabeça sumia...). Mas nada adiantou, terminava de cantar uma música e já voltava pra marvada pinga!
Não aguento mais, eu vou surtar se isso não parar! Juro!
Aqui tá a letra dela, pois quem sabe ela vá com o vento e saia de dentro de mim!
O que rola é que estou com a música da Inezita Barroso na cabeça desde as 8:00 da manhã e não há cristo que faça ela sair de dentro de mim. Fui e voltei de São Paulo hoje cantando essa música, o caminho inteiriiinho (lembrem se que o carro não tem mais som por causa do Senhor Ladrão, né?). Detalhe: só cantava a primeira e a última estrofe (na verdade tenho dúvidas se eu conhecia a letra inteira antes de dar um google nela).
Tentei de tudo, cantar outras músicas, prestar atenção nos carros da estrada, até cantar a música do Cremogema (uma amiga minha tinha uma teoria que se você cantasse a música do cremogema, a outra música que estava na sua cabeça sumia...). Mas nada adiantou, terminava de cantar uma música e já voltava pra marvada pinga!
Não aguento mais, eu vou surtar se isso não parar! Juro!
Aqui tá a letra dela, pois quem sabe ela vá com o vento e saia de dentro de mim!
Marvada Pinga
Composição: Ochelsis Laureano
Com a marvada pingaÉ que eu me atrapaio
Eu entro na venda e já dou meu taio
Pego no copo e dali nun saio
Ali memo eu bebo
Ali memo eu caio
Só pra carregar é que eu dô trabaio
Oi lá
Venho da cidade e já venho cantando
Trago um garrafão que venho chupando
Venho pros caminho, venho trupicando, xifrando os barranco, venho cambetiando
E no lugar que eu caio já fico roncando
Oi lá
O marido me disse, ele me falo: "largue de bebê, peço por favô"
Prosa de homem nunca dei valô
Bebo com o sor quente pra esfriar o calô
E bebo de noite é prá fazê suadô
Oi lá
Cada vez que eu caio, caio deferente
Meaço pá trás e caio pá frente, caio devagar, caio de repente, vô de corrupio, vô deretamente
Mas sendo de pinga, eu caio contente
Oi lá
Pego o garrafão e já balanceio que é pá mor de vê se tá mesmo cheio
Não bebo de vez porque acho feio
No primeiro gorpe chego inté no meio
No segundo trago é que eu desvazeio
Oi lá
Eu bebo da pinga porque gosto dela
Eu bebo da branca, bebo da amarela
Bebo nos copo, bebo na tijela
E bebo temperada com cravo e canela
Seja quarqué tempo, vai pinga na guela
Oi lá
Ê marvada pinga!
Eu fui numa festa no Rio Tietê
Eu lá fui chegando no amanhecê
Já me dero pinga pra mim bebê
Já me dero pinga pra mim bebê e tava sem fervê
Eu bebi demais e fiquei mamada
Eu cai no chão e fiquei deitada
Ai eu fui prá casa de braço dado
Ai de braço dado, ai com dois sordado
Ai muito obrigado!
1 comentários:
Muito sofrimento, realmente. Mas eu acho que é aquela coisa de se encontrar o remédio no veneno: beba umas marvada; assim talvez você se atrapaie e esqueça da tar da música...
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